Trecho do filme "Zabriskie Point" de Michelangêlo Antonioni com trilha do Pink Floyd
Quando tudo estiver desmoronando a sua frente, contemple. Na observação honesta e profunda, todos os medos se dissolvem e abrem espaço para uma nova consciência que nos faz estar muito mais inteiros e presentes.
Eu mesma num lapso de lucidez depois de um furacão
Falar sobre o medo sempre é mais fácil, pois assim o medo é uma idéia, um conceito. Assumir o medo com a profundidade que ele tem dentro da gente é o verdadeiro desafio, reconhecê-lo e abraçá-lo muitas vezes algo que parece impossível. A beleza dentro das manifestações dos venenos da mente, é poder acolhê-los em você e nos outros, num ato de grande compaixão. Falo dos venenos da mente porque por trás deles, na minha opinião, sempre há o medo. E não deve ser a toa que na espiritualidade, a palavra destemor esteja tão presente.
Convido vocês a experimentarem, tatearem, saborearem, olharem, ouvirem o medo.
Medos são marcas que carregamos e não nos damos conta até que apareça uma situação propícia para que ele surja instantâneamente. Então tentamos controlá-lo, escondê-lo, camuflá-lo pelo excesso ou pela falta. Dentro da impermanência da vida pude vivenciar recentemente duas facetas dos medos de outras pessoas e, consequentemente dos meus.
Numa situação acompanhei uma pessoa que não conhecia num de seus maiores medos: escuro e da possibilidade de ver "coisas" no escuro. Ela queria viver a experiência mas tinha muito medo, a única possibilidade que via era se tivesse uma acompanhante, então me ofereci para acompanhá-la por ver nos olhos dela o tamanho da vontade de enfrentar aquilo. Ela confiou em mim de uma forma que me tocou muito e então fomos deixadas numa estrada sem iluminação, nas montanhas, onde me propus a acompanhar essa mulher.
Não entro em muitos detalhes pois seria leviano da minha parte com a grandeza da experiência, mas ela permaneceu agarrada ao meu braço a maior parte do tempo e isso, de certa forma , me deu receio pelo tamanho da responsabilidade. Mas nossa experiência foi mais leve do que imaginávamos e acho que por dois motivos fundamentais: a confiança dela (não só em mim mas no contexto todo) e a solidariedade que ela me despertou (não só por ela mas por mim mesma inclusive).
Não sei os reais efeitos de ter experimentado o escuro pra ela, mas posso dizer que é uma pessoa de muita coragem onde o medo só fazia sabotar sua auto-estima e sua força. Os fantasmas e marcas construídos por muitas experiências dolorosas de vida eram como aquela escuridão: ao acender a luz você saberia que um tronco de árvore não era um espírito e um cupinzeiro não era um gorila. Ela me achar tão corajosa e se achar tão medrosa era exatamente isso: dependendo de onde se jogasse a luz poderíamos ambas ser um ou outro. Mas o que ela não sabe é o que ficou pra mim: a oportunidade de ter a confiança tão pura de alguém foi preciosa pra que eu desse o meu melhor. Saí dos meus fantasmas particulares pra me entregar junto com ela numa jornada que no fundo, eram os meus medos também de uma outra maneira.
Como acompanhante posso dizer que mesmo sem aquele medo, me identifiquei com as sensações por ela descritas, que são as mesmas que tenho para outros medos meus. Tenho muitas estradas escuras na vida onde vejo "coisas" e onde coisas aparecem do nada como sólidas e reais, uma delas é quando me relaciono com alguém. É fácil fantasmas antigos e alguns novos aparecerem. Nessas horas também preciso de um braço pra me agarrar, e de alguém com calma pra me dizer que é um gorilinha no escuro, mas que quando acender a luz não passa de um cupinzeiro.
Somos todos infantis diante dos nossos medos, e isso não nos diminui. Mas podemos aproveitar e tentar ver os fenômenos de uma forma mais inocente e lúdica, assim acessamos novos lugares onde o medo não terá espaço. Afinal, vocês já perceberam como as crianças são destemidas quando estão longe das interferências dos adultos?
Outra situação de um aprendizado muito rico, foi presenciar o medo de alguém que era próximo em forma de reações fortes e agressivas. Tive uma experiência do desastre que pode causar uma comunicação baseada no medo, mesmo quando há uma boa intenção. Como um animal machucado estamos prontos a atacar, e realmente atacamos. Vi uma pessoa com muitas qualidades positivas se transformar pelo medo. Medos que de certa forma compartilho, mas observar as reações me fez ficar mais alerta para os extremos a que pode levar.
Vi ali o medo da rejeição, o medo do abandono, orgulho, que é o medo de ter as fragilidades expostas e principalmente o ego querendo se proteger com palavras duras que só faziam machucar. Não vou negar, também tenhos os mesmos medos e posso machucar muito por isso. Então mais do que nunca era hora de olhar para a pessoa como um espelho.
No começo mantive a tolerância, mas confesso que depois houve muita raiva dentro de mim. Raiva por ser tão mal entendida, mas principalmente raiva das minhas fragilidades e paradoxalmente, da minha força que parecia confrontar diretamente, mesmo sem essa motivação, os medos daquele ser.
Logo na sequência retomei meu prumo e ao me olhar nos olhos perguntei a mim mesma, qual é o seu real medo dentro disso tudo? Como uma cebola sendo descascada descubro que não há miolo, só cascas construidas. O medo não gera aprendizado em si, mas conhecer suas causas e transformá-las nos libera do sofrimento, como bem diz o budismo.
Meus medos ali eram os mesmos da outra pessoa, porém com paisagens, contextos e reações bem diferentes. O que ficou foi a contemplação do desgaste desnecessário e de como algo belo pode se transformar em absoluto terror na escuridão irracional do medo.
Caminhando pela estrada do medo, descubro... quantas mentiras contadas para proteger nossas identidades? E quantas palavras sem sentimento para o mesmo propósito?
Temos medo e não somos honestos, temos medo e interpretamos os papéis que julgamos mais seguros, temos medo e não agimos, temos medo e somos impulsivos, enfim as formas que o medo toma são infinitas, e todas absolutamente negativas e envenenadoras.
Enquanto a fala grita, o corpo contrai, a mente roda, a alma chora, se estica dentro querendo sair. A alma é o único lugar onde habita a coragem e ela está disposta a se mostrar a todo momento. E no coração está o antídoto do medo. Por que continuamos a enconder e manipular o que é natural, com tantos prejuízos e dores? Por que esconder tanto o coração numa carapaça de medo?
É pra se pensar... Melhor ter razão ou melhor ser feliz? Melhor correr o risco sendo abslutamente honesta nos sentimentos e expectativas ou manter a pose em conceitos?
Descubro que tenho medo da minha luz e das sombras que podem mostrar que não sou tão boa quanto imaginava. Tenho medo de onde posso chegar com minha coragem. Tenho medo do quanto sou capaz de amar e me entregar. Tenho medo da minha inocência. E por que? Porque são conceitos. Quando a coragem é energia no corpo e acontece, não há beco para o medo. Quando o amor surge e a entrega é natural, os limites não existem. Quando não penso tanto, olho as coisas com olhos novos, conecto com a simplicidade, qual problema resiste? É verdade que o que mais tememos são nossas capacidades e não nossas inabilidades. Não acredito que nosso medo seja mesmo do fracasso, mas do que seremos na nossa inteireza.
O medo vem de tudo que construimos e queremos manter, mas a coisa mais linda que pode acontecer depois que tudo desmoronar é não perder a lição para sua evolução e continuar firme no seu caminho, sem deixar a mente te levar de volta pro turbilhão de nuvens negras. E quando algo desmorona, nossas ilusões sobre nós mesmos desmoronam junto, e isso é libertador, se soubermos olhar assim.
Eu mesma num lapso de lucidez depois de um furacão
Falar sobre o medo sempre é mais fácil, pois assim o medo é uma idéia, um conceito. Assumir o medo com a profundidade que ele tem dentro da gente é o verdadeiro desafio, reconhecê-lo e abraçá-lo muitas vezes algo que parece impossível. A beleza dentro das manifestações dos venenos da mente, é poder acolhê-los em você e nos outros, num ato de grande compaixão. Falo dos venenos da mente porque por trás deles, na minha opinião, sempre há o medo. E não deve ser a toa que na espiritualidade, a palavra destemor esteja tão presente.
Convido vocês a experimentarem, tatearem, saborearem, olharem, ouvirem o medo.
Medos são marcas que carregamos e não nos damos conta até que apareça uma situação propícia para que ele surja instantâneamente. Então tentamos controlá-lo, escondê-lo, camuflá-lo pelo excesso ou pela falta. Dentro da impermanência da vida pude vivenciar recentemente duas facetas dos medos de outras pessoas e, consequentemente dos meus.
Numa situação acompanhei uma pessoa que não conhecia num de seus maiores medos: escuro e da possibilidade de ver "coisas" no escuro. Ela queria viver a experiência mas tinha muito medo, a única possibilidade que via era se tivesse uma acompanhante, então me ofereci para acompanhá-la por ver nos olhos dela o tamanho da vontade de enfrentar aquilo. Ela confiou em mim de uma forma que me tocou muito e então fomos deixadas numa estrada sem iluminação, nas montanhas, onde me propus a acompanhar essa mulher.
Não entro em muitos detalhes pois seria leviano da minha parte com a grandeza da experiência, mas ela permaneceu agarrada ao meu braço a maior parte do tempo e isso, de certa forma , me deu receio pelo tamanho da responsabilidade. Mas nossa experiência foi mais leve do que imaginávamos e acho que por dois motivos fundamentais: a confiança dela (não só em mim mas no contexto todo) e a solidariedade que ela me despertou (não só por ela mas por mim mesma inclusive).
Não sei os reais efeitos de ter experimentado o escuro pra ela, mas posso dizer que é uma pessoa de muita coragem onde o medo só fazia sabotar sua auto-estima e sua força. Os fantasmas e marcas construídos por muitas experiências dolorosas de vida eram como aquela escuridão: ao acender a luz você saberia que um tronco de árvore não era um espírito e um cupinzeiro não era um gorila. Ela me achar tão corajosa e se achar tão medrosa era exatamente isso: dependendo de onde se jogasse a luz poderíamos ambas ser um ou outro. Mas o que ela não sabe é o que ficou pra mim: a oportunidade de ter a confiança tão pura de alguém foi preciosa pra que eu desse o meu melhor. Saí dos meus fantasmas particulares pra me entregar junto com ela numa jornada que no fundo, eram os meus medos também de uma outra maneira.
Como acompanhante posso dizer que mesmo sem aquele medo, me identifiquei com as sensações por ela descritas, que são as mesmas que tenho para outros medos meus. Tenho muitas estradas escuras na vida onde vejo "coisas" e onde coisas aparecem do nada como sólidas e reais, uma delas é quando me relaciono com alguém. É fácil fantasmas antigos e alguns novos aparecerem. Nessas horas também preciso de um braço pra me agarrar, e de alguém com calma pra me dizer que é um gorilinha no escuro, mas que quando acender a luz não passa de um cupinzeiro.
Somos todos infantis diante dos nossos medos, e isso não nos diminui. Mas podemos aproveitar e tentar ver os fenômenos de uma forma mais inocente e lúdica, assim acessamos novos lugares onde o medo não terá espaço. Afinal, vocês já perceberam como as crianças são destemidas quando estão longe das interferências dos adultos?
Outra situação de um aprendizado muito rico, foi presenciar o medo de alguém que era próximo em forma de reações fortes e agressivas. Tive uma experiência do desastre que pode causar uma comunicação baseada no medo, mesmo quando há uma boa intenção. Como um animal machucado estamos prontos a atacar, e realmente atacamos. Vi uma pessoa com muitas qualidades positivas se transformar pelo medo. Medos que de certa forma compartilho, mas observar as reações me fez ficar mais alerta para os extremos a que pode levar.
Vi ali o medo da rejeição, o medo do abandono, orgulho, que é o medo de ter as fragilidades expostas e principalmente o ego querendo se proteger com palavras duras que só faziam machucar. Não vou negar, também tenhos os mesmos medos e posso machucar muito por isso. Então mais do que nunca era hora de olhar para a pessoa como um espelho.
No começo mantive a tolerância, mas confesso que depois houve muita raiva dentro de mim. Raiva por ser tão mal entendida, mas principalmente raiva das minhas fragilidades e paradoxalmente, da minha força que parecia confrontar diretamente, mesmo sem essa motivação, os medos daquele ser.
Logo na sequência retomei meu prumo e ao me olhar nos olhos perguntei a mim mesma, qual é o seu real medo dentro disso tudo? Como uma cebola sendo descascada descubro que não há miolo, só cascas construidas. O medo não gera aprendizado em si, mas conhecer suas causas e transformá-las nos libera do sofrimento, como bem diz o budismo.
Meus medos ali eram os mesmos da outra pessoa, porém com paisagens, contextos e reações bem diferentes. O que ficou foi a contemplação do desgaste desnecessário e de como algo belo pode se transformar em absoluto terror na escuridão irracional do medo.
Caminhando pela estrada do medo, descubro... quantas mentiras contadas para proteger nossas identidades? E quantas palavras sem sentimento para o mesmo propósito?
Temos medo e não somos honestos, temos medo e interpretamos os papéis que julgamos mais seguros, temos medo e não agimos, temos medo e somos impulsivos, enfim as formas que o medo toma são infinitas, e todas absolutamente negativas e envenenadoras.
Enquanto a fala grita, o corpo contrai, a mente roda, a alma chora, se estica dentro querendo sair. A alma é o único lugar onde habita a coragem e ela está disposta a se mostrar a todo momento. E no coração está o antídoto do medo. Por que continuamos a enconder e manipular o que é natural, com tantos prejuízos e dores? Por que esconder tanto o coração numa carapaça de medo?
É pra se pensar... Melhor ter razão ou melhor ser feliz? Melhor correr o risco sendo abslutamente honesta nos sentimentos e expectativas ou manter a pose em conceitos?
Descubro que tenho medo da minha luz e das sombras que podem mostrar que não sou tão boa quanto imaginava. Tenho medo de onde posso chegar com minha coragem. Tenho medo do quanto sou capaz de amar e me entregar. Tenho medo da minha inocência. E por que? Porque são conceitos. Quando a coragem é energia no corpo e acontece, não há beco para o medo. Quando o amor surge e a entrega é natural, os limites não existem. Quando não penso tanto, olho as coisas com olhos novos, conecto com a simplicidade, qual problema resiste? É verdade que o que mais tememos são nossas capacidades e não nossas inabilidades. Não acredito que nosso medo seja mesmo do fracasso, mas do que seremos na nossa inteireza.
O medo vem de tudo que construimos e queremos manter, mas a coisa mais linda que pode acontecer depois que tudo desmoronar é não perder a lição para sua evolução e continuar firme no seu caminho, sem deixar a mente te levar de volta pro turbilhão de nuvens negras. E quando algo desmorona, nossas ilusões sobre nós mesmos desmoronam junto, e isso é libertador, se soubermos olhar assim.
A plenitude hoje pra mim é estar presente nesse momento. E isso requer uma disciplina de samurai e uma entrega incrível. Então tenho feito como dizem nos Alcóolicos Anônimos, um dia de cada vez, só por hoje. Sim, porque o medo é um vício.
Só por hoje, minha mente vai se manter feliz, a qualquer custo. Para mim e para o mundo, isso é o melhor que posso fazer.
P.S: Dedicated to the blue eyed guy I was afraid of sometimes. You were sweet, tender and gentle, it really meant good things to me.
Dedico ao Yargo, Douglas e Feijão pelas conversas inspiradoras.
Dedico ao Yargo, Douglas e Feijão pelas conversas inspiradoras.
Om gate paragate parasamgate bodhi soha

6 comentários:
"Não acredito que nosso medo seja mesmo do fracasso, mas do que seremos na nossa inteireza."
Lindo... lindo.
Lendo tudo isso...como é maluco sentir que uma pessoa pode provocar tantas reaçóes na gente...quantos sentimentos brotando, quantas perguntas...Realmente incrível. Além de um dia após o outro, o melhor disso tudo é poder realmente internalizar isso e tirar o melhor de toda essa liçáo...pois sempre deixamos algo no outro e o outro na gente...e você pôde tirar o melhor.Isso é muito bom.Parabéns! A maioria das pessoas náo teria sentido um décimo do que vc. sentiu...Isso é maturidade !
Girassol,
Acho que estou 'transmutando'(pela milésima vez), naquela fase meio desengonçada de sair do casulo, com as asas ainda molhadas e pesadas (sempre a parte que dá mais medo, eu acho...).
Tenho postado pouco, comentado pouco, mas continuo acompanhando seu blog e me encontrando (às vezes me perdendo) nos seus textos lindos. Então agradeço pelos caminhos que você me revela, sem saber... :)
bjs
obrigada pelos comentários carinhosos mais uma vez.
kelly, fico muito contente que nossa conexão permaneça e torço para que sua transmutação não pare jamais!
Me alegra poder contribuir, seja com caminho ou labirinto rs
namastê
Nada como pessoas que vivem na prática o processo de individuação... Parabéns pelo post... qualificarmos algo como melhor ou pior é como você mesma disse apenas um conceito... porém muitas vezes precisamos de conceitos para expressar ideias e emoções... que se mostram toda a sua dualidade e paradoxo... preso a dois mundos que todos somos... há de se querer separar as coisas... experiências como esta nos mostram o caminho da unidade, mesmo que partindo da dualidade... o budismo em sua primeira verdade afirma que tudo é sofrimento... mas por outro lado como o mundo é maya... o medo ou a coragem também não passam de conceitos para interpretarmos a realidade do mundo fenomenal... o medo se usado a nosso favor... é realmente como uma experiência de despertar de um sono profundo... basta que o enfretemos... para que desapareça tal como Maya e suas filhas... nem uma legião foi capz de deter Sidarta de obter sua iluminação debaixo da Arvore Bodhi... adoro falar de sombras para se chegar a luz... considrero na realidade sombras e luz como algo unico... em vão tentamos isolá-los para que não se contaminem... mas um não vive sem a presença do outro... Sombras somente podem ser vistas pelo reflexo da luz nos objetos... tal como na Alegoria da Caverna de Platão... o medo muitas vezes é apenas a experiência da ilusão de estarmos acorrentados a uma caverna tomando a sombra de objetos refletidos na parede, como realidade... a realidade não é uma só... e nunca será... é somente a percepção das partes que formam o todo, ou do todo que é formado pelas partes... sendo o medo nada mais do que uma das partes inerentes deste intricado jogo cosmico em que estamos inserido... chamado Ilusão !!!
Quando puder visite o meu blog, pois ele acaba de renascer !!!
Parabêns pelo post, me identifiquei muito com suas reflexões... nada como o medo para nos despertar ao momento presente !!!
Namastê !
Obrigada Marcílio, pelos comentários sempre tão dedicados, acompanhø seu blog mas não tenho comentado, fiquei meio fora esses dias, agora vou retomar.
namastê
Postar um comentário